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Nilson Chaves

- Passarinho da Amazônia
Nilson Chaves
Origem
Brasil
Estilo
MPB, Regional

Nilson Chaves  - A Trajetória

Nilson Chaves nasceu em Belém do Pará onde começou sua carreira, participando de festivais de música e compondo para grupos de teatro paraenses. Por volta de 1975, decidiu mudar-se para o Rio de Janeiro, onde passou a cantar em casas de shows e fazer composições para espetáculos de teatro e dança. No Rio, conheceu e se tornou parceiro musical de Luli e Lucina e Thereza Tinoco, que registraram essas parcerias em discos. Dono de uma voz suave e sensibilidade de um compositor que capta as saudades e lembranças de sua terra, o artista foi vencedor de vários festivais. São muitos os parceiros de palco de Nilson Chaves e entre eles estão Ney Matogrosso, Chico César, Flávio Venturini, Joyce, Zé Renato, Cláudio Nucci, Jane Duboc, Vital Lima, Danilo Caymmi, Eudes Fraga, Xangai, Toninho Horta, Sá e Guarabira, Paulo André Barata, Celso Viáfora, Dércio Marquez. A trajetória musical começou a ser registrada em 1981, quando Nilson Chaves lançou seu primeiro LP (“Dança de Tudo”), trabalho que trazia uma perfeita união entre as raízes amazônicas e a música popular brasileira. Ao deixar fluir essa combinação, Nilson encontrou seu caminho de cantador e violeiro amazônico. Em seguida, veio o lançamento do disco “Interior” (gravado em parceria com o cantor e compositor Vital Lima, em 1985), que proporcionou-lhe uma ardente acolhida e um público imenso e caloroso na região norte do país. Cantador e violeiro amazônico, Nilson Chaves sempre procurou universalizar sua música – um renovado compromisso com a emoção de sua terra – com suas raízes paraenses, mas em dia com uma linguagem musical moderna, onde se encaixam, de forma leve e natural, os costumes e palavras da região. Com este estilo eclético, o artista lançou em 1989, seu terceiro disco: “Sabor”, fechando os anos 80 com uma obra saborosa no sentido da musicalidade.
Nos anos 90, o artista continuou registrando seus trabalhos e lançou “Amazônia” em 1990 e, em 1992, entendendo a necessidade de proporcionar as novas gerações um contato mais próximo com a obra do Maestro Waldemar Henrique, lançou um disco com re-leitura dos clássicos desse compositor intitulado “Waldemar”, este também em parceria com Vital Lima. Lançado em CD, no ano de 1994, a qualidade do trabalho foi reconhecida pelos críticos do jornal “O Globo” na edição de 25 de dezembro de 1994. O CD foi listado entre os dez melhores lançamentos daquele ano. Em 1993 lançou “Não Peguei o Ita”, onde a faixa “Passarinho e Homem” foi vencedora do Prêmio Sharp de melhor arranjo (maio/94). Em 1997, em parceria com Sebastião Tapajós, Nilson Chaves lançou CD “Amazônia Brasileira”. No ano de 1998, Nilson Chaves cantou para mais de 180.000 pessoas por todos os cantos desse Brasil e também pela cobiçada Europa em suas apresentações pela Alemanha, tendo se apresentado com Tetê Espíndola em Munique e com Sebastião Tapajós em turnê por várias cidades da França.
Retornou ao Brasil para uma turnê com Chico César pelo norte do país. Em Julho de 1999, de novo na Europa, esteve na França, onde se apresentou no Festival de Música Latino-Americana e em diversas cidades do país. Nos meses de Janeiro e Fevereiro de 2000 atuou como Diretor Musical do Projeto Cantorias Amazônicas no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, proporcionando ao público carioca o reconhecimento da sonoridade daquela região. Em comemoração aos seus 25 anos de carreira, Nilson lançou o CD “Tempodestino, 25 anos”, gravado ao vivo com a participação do Coral e da Orquestra Jovem da Fundação Carlos Gomes. No ano 2000, Nilson Chaves lançou o CD “Tudo Índio”, licenciado para o selo alemão Tupirama Music.

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