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Geraldo Azevedo

Dia Colorido e Musical

Geraldo Azevedo nasceu em Pernambuco, na cidade de Petrolina, em 11 de janeiro de 1945 e se tornou um dos maiores compositores do Brasil, além de um exímio violonista e grande cantor. Autodidata, logo aos 12 anos de idade aprendeu a tocar violão e, com talento precoce, iniciou sua trajetória musical profissional aos 18 anos, quando mudou-se para Recife. Na capital pernambucana, juntou-se ao grupo folclórico Construção que tinha como membros a cantora Teca Calazans, o percussionista Naná Vasconcelos, além de Marcelo Melo e Toinho Alves.
Nos anos 60, mais precisamente em 1967 – então com 22 anos – mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com a cantora Eliana Pittman, que gravou “Aquela Rosa”, uma bela composição de Geraldo. Também criou o Quarteto Livre que acompanhou o cantor Geraldo Vandré em muitas apresentações. No início da década de 70, junto com o também pernambucano Alceu Valença formou dupla, com a boa performance no Festival Universitário da TV Tupi com as composições “78 rotações” e “Planetário” a dupla chamou a atenção da gravadora Discos Copacabana e lançou, em 1972, com o conterrâneo Alceu, seu primeiro LP. A música de Geraldo Azevedo sempre foi caracterizada pela mistura de frevo, música negra, bossa nova e letras elaboradas, algumas em parceria com outros poetas como Capinam e Geraldo Amaral. Muitas de suas músicas de maior sucesso se tornaram populares com a auxílio de novelas e programas de televisão. “Caravana”, por exemplo, fez parte da trilha sonora da novela “Gabriela”, e “Arraial dos Tucanos” foi tema da série “Sítio do Pica-pau Amarelo”.
Geraldo gravou diversos discos ao longo de sua carreira, e fez sucesso com o “Juritis e Borboletas”, “Dia Branco” e “Canta Coração”, este grande sucesso na voz de Elba Ramalho. Aliás, com a cantora paraibana, Zé Ramalho e Alceu Valença, Geraldo lançou, nos anos de 1996 e 1997, os discos “O Grande Encontro” e “O Grande Encontro II”, frutos de uma série de shows com estes amigos.
Geraldo Azevedo também é conhecido pelos seus incandescentes frevos (a dança de rua típica do carnaval pernambucano), muitas vezes seus shows se encerram com frevos eletrizantes, como “Tempo Tempero”, “Pega Fogo Coração”, “Tempo Folião” etc. Esta mistura, aliada a seu violão impecável, tornou Geraldo Azevedo um dos mais conceituados músicos populares do Brasil.

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