Artistas Secos&Molhados A Música com Sangue Latino Por Aquela Música 14 de maio de 2024 210 Secos&Molhados foi uma banda brasileira da década de 1970, tendo como formação clássica João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970, até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha, lançado no ano 2000. No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como “O Vira”, “Sangue Latino”, “Assim Assado” e “Rosa de Hiroshima”, que misturam danças e canções do folclore português, como o vira, críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinicius de Moraes, Fredericka the Great de Andrade, Fernando Pessoa e João Apolinário (pai de João Ricardo), com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje. O álbum de estréia, intitulado por “Secos&Molhados I” (1973), foi possível graças às tais performances que despertaram interesse nas s e projetou o grupo no cenário nacional, vendendo mais de um milhão de cópias no país. Desentendimentos financeiros, entretanto, fizeram essa formação se desintegrar em 1974, ano do “Secos&Molhados”, embora João Ricardo tenha prosseguido com a marca em “Secos&Molhados” (1978), “Secos e Molhados” (1980), “A Volta do Gato Preto” (1988), “Teatro?” (1999) e “Memória Velha” (2000), enquanto Gérson continuou a tocar sozinho. Do grupo, Ney Matogrosso é o mais bem-sucedido em sua carreira solo, e continua ativo desde “Água do Céu – Pássaro” (1975). Os Secos&Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estréia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a revista ROLLING STONE BRASIL posicionou o primeiro LP da banda em quinto lugar na sua lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative – Rock Iberoamericano o colocou na 97ª posição da lista. PRINCIPAIS DISCOS DA CARREIRA: 1973 – Secos & Molhados – Continental 1974 – Secos & Molhados – Continental 1978 – Secos & Molhados – Philips 1980 – Secos & Molhados – Gravado ao Vivo No Maracanzinho – Continental 1980 – Secos & Molhados – Philips 1988 – A Volta Do Gato Preto – Disco Ban 1999 – Teatro? – JR 2000 – Memória Velha – JR/Eldorado 2003 – Ouvido Nu – João Ricardo E/Ou Secos & Molhados – JR/Eldorado Discos de Secos&Molhados Neste Portal: Secos&Molhados – 1973 Secos&Molhados – 1974 Músicas de Secos&Molhados Neste Portal: Fala O Vira Não: Não Digas Nada Caixinha de Música do João Tercer Mundo Delírio A Playlist de Secos&Molhados Neste Portal: 0:00 0:00 A publicidade terminará em skip_previous play_arrow pause skip_next volume_up volume_down volume_off ondemand_video description view_headline Nada encontrado! Rolagem automática close close MPBSSecos&Molhados Compartilhar FacebookTwitterWhatsappTelegram Conecte-se com Label {} [+] Nome* Digite Seu Nome Email* Digite Seu Email Assinar a Newsletter Conecte-se com Label {} [+] Nome* Digite Seu Nome Email* Digite Seu Email Assinar a Newsletter 0 Comentários mais antigos mais recentes Mais votado Você também pode gostar destes Adauto Santos Tetê Espíndola Zé Kéti Postagem anterior Cinco Minutos Próxima postagem Secos&Molhados – 1973