Artistas Secos&Molhados A Música com Sangue Latino Por Aquela Música 14 de maio de 2024 158 Secos&Molhados foi uma banda brasileira da década de 1970, tendo como formação clássica João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970, até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha, lançado no ano 2000. No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como “O Vira”, “Sangue Latino”, “Assim Assado” e “Rosa de Hiroshima”, que misturam danças e canções do folclore português, como o vira, críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinicius de Moraes, Fredericka the Great de Andrade, Fernando Pessoa e João Apolinário (pai de João Ricardo), com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje. O álbum de estréia, intitulado por “Secos&Molhados I” (1973), foi possível graças às tais performances que despertaram interesse nas s e projetou o grupo no cenário nacional, vendendo mais de um milhão de cópias no país. Desentendimentos financeiros, entretanto, fizeram essa formação se desintegrar em 1974, ano do “Secos&Molhados”, embora João Ricardo tenha prosseguido com a marca em “Secos&Molhados” (1978), “Secos e Molhados” (1980), “A Volta do Gato Preto” (1988), “Teatro?” (1999) e “Memória Velha” (2000), enquanto Gérson continuou a tocar sozinho. Do grupo, Ney Matogrosso é o mais bem-sucedido em sua carreira solo, e continua ativo desde “Água do Céu – Pássaro” (1975). Os Secos&Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estréia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a revista ROLLING STONE BRASIL posicionou o primeiro LP da banda em quinto lugar na sua lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative – Rock Iberoamericano o colocou na 97ª posição da lista. PRINCIPAIS DISCOS DA CARREIRA: 1973 – Secos & Molhados – Continental 1974 – Secos & Molhados – Continental 1978 – Secos & Molhados – Philips 1980 – Secos & Molhados – Gravado ao Vivo No Maracanzinho – Continental 1980 – Secos & Molhados – Philips 1988 – A Volta Do Gato Preto – Disco Ban 1999 – Teatro? – JR 2000 – Memória Velha – JR/Eldorado 2003 – Ouvido Nu – João Ricardo E/Ou Secos & Molhados – JR/Eldorado Discos de Secos&Molhados Neste Portal: Secos&Molhados – 1973 Secos&Molhados – 1974 Músicas de Secos&Molhados Neste Portal: Delírio Fala Angústia Amor O Patrão Nosso de Cada Dia Primavera nos Dentes A Playlist de Secos&Molhados Neste Portal: 0:00 0:00 A publicidade terminará em skip_previous play_arrow pause skip_next volume_up volume_down volume_off ondemand_video description view_headline Nada encontrado! Rolagem automática close close MPBSSecos&Molhados Compartilhar 0 FacebookTwitterWhatsappTelegram Conecte-se com Label {} [+] Nome* Digite Seu Nome Email* Digite Seu Email Conecte-se com Label {} [+] Nome* Digite Seu Nome Email* Digite Seu Email 0 Comentários mais antigos mais recentes Mais votado Feedbacks embutidos Ver todos os comentários Você também pode gostar destes Papa Poluição Edith Piaf Altemar Dutra Postagem anterior Cinco Minutos Próxima postagem Secos&Molhados – 1973