Artistas João da Baiana Música da Antiga Por Aquela Música 23 de agosto de 2021 116 João Machado Guedes, conhecido como João da Baiana nasceu no Rio de Janeiro em 17 de maio de 1887. Filho de Félix José Guedes e Perciliana Maria Constança, era o mais novo e único carioca de uma família baiana de 12 irmãos. O nome João da Baiana veio do fato de sua mãe ser conhecida como “Baiana”. Cresceu na Rua Senador Pompeu, no bairro da Cidade Nova, no Rio de Janeiro, sendo amigo de infância de Donga e Heitor dos Prazeres e, quando criança, frequentou as rodas de samba e macumba que aconteciam clandestinamente nos terreiros cariocas. Participou de blocos carnavalescos e é tido como o introdutor do pandeiro no samba. Teve por muito tempo um emprego fixo não relacionado a música, tendo inclusive recusado, em 1922, viajar com Pixinguinha e os Oito Batutas para não perder o posto de fiscal da Marinha. A partir de 1923 passou a compor músicas e a gravar em programas de rádio e, em 1928, foi contratado como ritmista. Além do pandeiros, sua especialidade era o prato e faca, populares nas gravações da época. Algumas de suas composições da época foram “Pelo Amor da Mulata”, “Mulher Cruel”, “Pedindo Vingança” e “O Futuro É uma Caveira”. João da Baiana integrou alguns dos pioneiros grupos profissionais de samba, entre eles o Conjunto dos Moles, Grupo do Louro, Grupo da Guarda Velha e Diabos do Céu. Participou da famosa gravação organizada por Heitor Villa-Lobos a bordo do navio “Uruguai” em 1940, para o disco “Native Brazilian Music”, do maestro Leopold Stokowski, com sua música “Ke-ke-re-ké”. Na década de 1950 voltou a se apresentar nos shows do Grupo da Velha Guarda (com Pixinguinha e Donga) organizados por Almirante, e continuou compondo até a década de 1970. Em 1968 gravou com Pixinguinha e Clementina de Jesus o histórico LP “Gente da Antiga”, produzido por Hermínio Bello de Carvalho, onde lançou, entre outras, as ancestrais “Cabide de Molambo” e “Batuque na Cozinha”, depois regravada por Martinho da Vila. João faleceu no mesmo Rio de Janeiro em que nasceu aos 12 dias de janeiro de 1974 e ficou na história da Música Popular Brasileira. PRINCIPAIS DISCOS DA CARREIRA: 1931 – Viva Meu Orixá – Odeon – (78 Rotações) 1938 – Sereia/Folha por Folha – Victor – (78 Rotações) 1952 – Lamento de Inhançã/Lamento de Xangô – Odeon – (78 Rotações) 1953 – Lamento de Oxum/Cosme e Damião – Odeon – (78 Rotações) 1954 – Quem Está de Ronda Chegou/O cachimbo da Vovó – Odeon – (78 Rotações) 1955 – Amalá de Xangô/Nanan Boroquê – Odeon – (78 Rotações) 1955 – A Velha Guarda (Com Pixinguinha e Donga) – Sinter 1955 – O Carnaval da Velha Guarda (Com Pixinguinha, Donga e Heitor dos Prazeres) – Sinter 1956 – Festival da Velha Guarda (Com Pixinguinha e Donga) – Sinter 1956 – Quê, quê, rê, quê, quê/Saudação a Iemanjá – Odeon – (78 Rotações) 1957 – Batuques e Pontos de Macumba – Odeon 1968 – Gente da Antiga (Com Pixinguinha e Clementina de Jesus) – Odeon Discos de João da Baiana Neste Portal: A Velha Guarda – 1955 Carnaval da Velha Guarda – 1955 Músicas de João da Baiana Neste Portal: Flor do Abacate Nosso Ranchinho Honória Cristo Nasceu Na Bahia Ai Eu Queria Essa Nega Qué Me Dá/Me Leve, Me Leve Seu Raphael A Playlist de João da Baiana Neste Portal: 0:00 0:00 A publicidade terminará em skip_previous play_arrow pause skip_next volume_up volume_down volume_off ondemand_video description view_headline Nada encontrado! Rolagem automática close close JJoão da BaianaMPB Compartilhar 0 FacebookTwitterWhatsappTelegram Conecte-se com Label {} [+] Nome* Digite Seu Nome Email* Digite Seu Email Conecte-se com Label {} [+] Nome* Digite Seu Nome Email* Digite Seu Email 0 Comentários mais antigos mais recentes Mais votado Feedbacks embutidos Ver todos os comentários Você também pode gostar destes Geraldo Azevedo Aline Mendonça Luz Mercedes Sosa Postagem anterior Steintryggur Próxima postagem Como é Bonito Ser Feliz