Eduardo Dusek

- Nem Brega Nem Chique: Música
Eduardo Dusek
Origem
Brasil
Estilo
MPB, Música Popular

Eduardo Dusek  - A Trajetória

Eduardo Gabor Dusek Começou a carreira artística como pianista de peças de teatro aos quinze anos, quando estudava na Escola Nacional de Música. Mais tarde, passou a compor suas próprias canções e montou uma banda, que acabou apadrinhada por Gilberto Gil.
A partir de 1978, já tinha algumas composições gravadas por nomes de peso da MPB, como As Frenéticas (o samba “Vesúvio”), Ney Matogrosso (o fox “Seu Tipo”) e Maria Alcina (o frevo “Folia no Matagal”, dois anos depois regravada por Ney Matogrosso) – todas estas músicas numa parceria com Luiz Carlos Góes.
Em 1980, participou do festival MPB Shell da Rede Globo cantando apenas de cueca a debochada canção “Nostradamus”, que não se classificou mas ficou conhecida pelo público. Nessa época, gravou o primeiro LP, Olhar Brasileiro. Isso sempre foi marca de Dusek cujas composições buscavam aliar sátira e bom humor. O sucesso merecido viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop rock, no LP Cantando no Banheiro, com “Barrados no Baile” (com Luiz Carlos Góes), a romântica “Cabelos Negros” (Com Luiz Antonio de Cássio) e a debochada “Rock da Cachorra”, de Léo Jaime.
No ano de 1984 Eduardo lançou o LP “Brega Chique”, cuja faixa-título, mais conhecida como “Doméstica”, outro grande sucesso popular, fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época. Em 1986, lançou “Dusek na Sua”, disco que fez sucesso com as faixas “Aventura” e com “Eu Velejava em Você” (ambas em parceria com Luis Carlos Góes), uma das mais tocantes músicas da MPB, depois regravada por Zizi Possi. Em 1989, voltou à cena com o musical “Loja de Horrores”, em que atuava no papel de dentista. Nos anos 90, mais precisamente em 1991, lançou o disco “Contatos” pela gravadora Eldorado, mas se afastou um pouco da função de cantor para interpretar a personagem do Capitão-Mor Gonçalo na novela “Xica da Silva”, na extinta Rede Manchete. Atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor, um deles sobre Carmen Miranda. Em 2000, Eduardo lançou o CD “Adeus Batucada”, onde cantou músicas gravadas por Carmen Miranda. A atividade artística do cantor carioca continua firme, seja na música ou no teatro, o que torna o nome de Eduardo Dusek um dos mais presentes na efervescência cultural do Brasil.
Em 2000, por questões de numerologia e também com o objetivo de provocar a pronúncia correta de seu nome, passou a atuar com o nome artístico de Eduardo Dussek, adicionando mais um “s” ao seu sobrenome.[6]

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